sábado, 29 de dezembro de 2012

Em 2013...


Queridos amigos, é com imensa alegria que me despeço de 2012. Não que tenham faltado dificuldades, dúvidas, momentos difíceis, desafios... mas porque no final, deu tudo certo. E o que ainda não deu certo, é porque ainda não acabou.

Desejo que em 2013 venham os novos obstáculos, só assim terei a chance de realizar novas superações. Desejo que as dificuldades cheguem, sempre acompanhadas de otimismo. Que os percalços peguem ficha, e venha um de cada vez, como tem sido sempre. Desejo que Deus continue me dando forças para apoiar aqueles que necessitam de mim e que com cada irmão que se aproxima eu aprenda alguma coisa.

Desejo reconhecer minha parcela de responsabilidade em tudo aquilo que não der certo, que eu pare de acusar o outro e faça ao menos a minha parte. Desejo que Ele coloque em meu caminho oportunidades diárias de fazer o bem, de cultivar a paz e semear o amor.

Desejo lucidez, humildade, esperança... ser melhor a cada dia. Encarar cada problema como uma fonte de aprendizado. Sair de cada um deles mais madura e com mais sabedoria. Entender que para tudo o que acontece existe uma razão, fazer o meu melhor, e compreender que as coisas que não estão ao meu alcance não me cabem resolver. Estas, eu entrego a Deus.

Desejo levar adiante os projetos que me fazem feliz, colher os frutos do meu trabalho e dividir com todos que de mim se aproximarem.

Desejo que em 2013 eu possa agir mais, construir mais, evoluir mais... e não simplesmente ficar aguardando que “algo de bom” me aconteça.

A vida é o que nós quisermos que ela seja.

Um feliz 2013!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Amor de Casamento

Pertenço à geração dos primeiros filhos de pais separados, não só de fato, mas também legalmente. Porém, ainda sem a “caridosa” lei da pensão alimentícia. (Até se ouvia falar que se a mulher pedisse judicialmente, o ex-marido seria obrigado a contribuir financeiramente para o sustento dos filhos, mas não se sabia exatamente o “caminho das pedras”. Então minha mãe, assim como tantas outras, assumiu sozinha toda a responsabilidade de “mulher separada”.) Minha geração (especialmente nós, hoje mulheres) viveu experiências ímpares que carregamos para a vida toda.
Vimos nossas mães irem à luta, juntarem-se aos cacos de casamentos fracassados, procurarem emprego e sustentarem a família. Assistimos estas guerreiras enfrentarem jornadas duplas de trabalho, ganhando menos que os homens em cargos iguais. Aprendemos a cozinhar, lavar roupa, limpar a casa, cuidar dos irmãos menores enquanto elas tratavam de garantir o pão.
Ali entendemos a necessidade de estudar, de ter uma profissão, de ser “alguém” na vida e não depender de “homem” pra nada. Nos embrutecemos para o amor, deixamos de acreditar no “para sempre” e entendemos que nossa força é a única que nunca poderá nos abandonar.
Ainda assim, queríamos ser amadas, realizar o sonho da princesa que encontra o príncipe encantado, mesmo sabendo que ele não existe.
Perdemos a virgindade antes do casamento, tivemos acesso às drogas, bebemos além da conta... mas a mãe era poupada dos detalhes sórdidos.
Estudamos, algumas de nós tiveram filhos antes da hora, nunca chegaram a casar...
Outras de nós casaram, prometeram a si mesmas não cometer os mesmos erros dos casamentos dos pais. E conseguiram, mas cometeram outros... alguns sobreviveram, outros, a exemplo dos pais, naufragaram. É impossível não cometer erros, ainda mais para nós, a quem a lógica do casamento nunca fez muito sentido. Não entendemos como mulheres maravilhosas como as nossas mães foram deixadas por homens tão medíocres quanto os nossos pais. Qual o modelo a seguir? Como alcançar o sucesso na relação a dois? Inúmeras perguntas para as quais não tínhamos respostas...
Fomos educadas, orientadas, recebemos limites (e quantos...), sabemos fazer tudo o que uma dona de casa deve saber, presenciamos a reinvenção do conceito de família... Mas queremos mais, queremos ter direito à felicidade com ou sem parceiro, não queremos carregar a nostalgia de nossas mães.
Queremos ser livres. Livres dos traumas para vivermos um grande amor.
E mesmo que este amor não seja eterno, que não nos faça amargas, não nos deixe marcas tão profundas que não sejamos mais capazes de amar outra vez.
Queremos um parceiro, não um marido. Queremos cumplicidade, não dependência. Queremos equilíbrio, não submissão. Queremos amor, não só um casamento.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Desejos pra todos


Desejo a você tudo o que lhe faça feliz.

Que você multiplique suas qualidades, que invista nos seus talentos

Que busque a paz e a sabedoria como companheiras de jornada

Que seja solidário com os menos evoluídos, afortunados, favorecidos

Que tenha consciência do seu papel no mundo, na sua própria vida e na de quem lhe rodeia

Que tenha sonhos, planos, objetivos

E que tudo isto lhe encha de alegria e motivação para seguir em frente

 

Desejo que tenha coragem para enfrentar as dificuldades

Amor para dar e receber

Força para superar seus limites, mudar aquilo que lhe incomoda e afastar-se do que lhe prejudica

Que plante bons frutos, pois só assim o futuro estará seguro

Desejo que tenha humildade, boa vontade, generosidade...

Consigo e para os demais

Que tenha luz, fé e esperança

Para ajudar a construir um mundo melhor pra mim, pra você...

Pra todos.

 

Se for Cristão, desejo também um Feliz Natal!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Brincadeira de Deus

Às vezes Deus brinca de Papai Noel ou Coelhinho da Páscoa...
Ele esconde o amor em lugares secretos, não óbvios, inimagináveis.
Para encontrá-lo é preciso esforço, persistência, dedicação, perspicácia, sensibilidade...
Quanto mais original for esconderijo, maior será nossa alegria ao encontrá-lo.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Rompendo o Ciclo

Existem pessoas que considero verdadeiras pérolas, jóias raras mesmo, de altíssima qualidade.
Estas pessoas não são heróis ou heroínas, não fizeram grandes obras pela humanidade, não se destacaram de forma muito significativa no trabalho ou nos estudos, levam vidas simples, sem grandes acontecimentos. São pessoas que, num primeiro momento passariam desapercebidas pela maioria de nós.
É ao conhecer a família de origem destas pessoas que descubro o quanto elas são extraordinárias. Não pelo que elas são, mas pelo que poderiam ter sido e eptaram em não ser.