terça-feira, 12 de março de 2013

A "igreja" do Fhührer


Triste constatação: A "igreja" é um antro.
Perdoem-me os amigos verdadeiramente Cristãos, aos quais tenho enorme respeito e admiração. Mas um grupo de pessoas que se reúne para seguir um líder que dissemina ódio, preconceito e violência moral, não pode ser classificado como religioso.
Recentemente li uma biografia sobre o "Führer" (aos "crentes" ignorantes, leia-se "Hitler") e foi impossível não lembrar dele assistindo ao vídeo de uma “apresentação” de uma "autoridade religiosa" em relação à gays, negros, espíritas, umbandistas e até mesmo outros "crentes" que não pertencem à sua "facção". É um espetáculo digno de Hollywood, obviamente pertencente ao gênero trash.
Infelizmente consegui entender porque algumas "igrejas" têm atraído tantos novos fiéis nos últimos anos. Sim, pudera, ali é um local onde as pessoas encontram espaço para destilar e até orgulharem-se de seus ódios, recalques, preconceitos, misérias. Utilizam sua “fé” com o único propósito de elevarem-se diante de todo aquele que não compartilha de suas “crenças”. Alguns, pateticamente, demonstram “misericórdia” diante dos “não-convertidos”, outros, mais deslavadamente, assumem em tom de pseuda-superioridade que todo aquele que não pertence à sua igreja é, certamente, obra do diabo. E o pior de tudo: ELES LEVAM CRIANÇAS PARA ASSISTIR O “CULTO”!!! Aquilo deveria ser proibido para menores de 18 anos! A emissão de tanta carga negativa não é própria para quem está em plena formação da personalidade.
Na boa, aquilo só é páreo para as encenações de Hitler, que em nome da pureza da raça e da cultura alemã, tornou-se o símbolo da própria encarnação do rabudo (pra quem realmente acredita que ele existe).

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