Triste constatação: A "igreja" é um antro.
Perdoem-me os amigos verdadeiramente Cristãos, aos quais
tenho enorme respeito e admiração. Mas um grupo de pessoas que se reúne para
seguir um líder que dissemina ódio, preconceito e violência moral, não pode ser
classificado como religioso.
Recentemente li uma biografia sobre o "Führer"
(aos "crentes" ignorantes, leia-se "Hitler") e foi
impossível não lembrar dele assistindo ao vídeo de uma “apresentação” de uma
"autoridade religiosa" em relação à gays, negros, espíritas,
umbandistas e até mesmo outros "crentes" que não pertencem à sua
"facção". É um espetáculo digno de Hollywood, obviamente pertencente
ao gênero trash.
Infelizmente consegui entender porque algumas
"igrejas" têm atraído tantos novos fiéis nos últimos anos. Sim,
pudera, ali é um local onde as pessoas encontram espaço para destilar e até
orgulharem-se de seus ódios, recalques, preconceitos, misérias. Utilizam sua “fé”
com o único propósito de elevarem-se diante de todo aquele que não compartilha
de suas “crenças”. Alguns, pateticamente, demonstram “misericórdia” diante dos “não-convertidos”,
outros, mais deslavadamente, assumem em tom de pseuda-superioridade que todo
aquele que não pertence à sua igreja é, certamente, obra do diabo. E o pior de
tudo: ELES LEVAM CRIANÇAS PARA ASSISTIR O “CULTO”!!! Aquilo deveria ser
proibido para menores de 18 anos! A emissão de tanta carga negativa não é própria
para quem está em plena formação da personalidade.
Na boa, aquilo só é páreo para as encenações de Hitler, que
em nome da pureza da raça e da cultura alemã, tornou-se o símbolo da própria
encarnação do rabudo (pra quem realmente acredita que ele existe).
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