terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Se tentar me manipular, não vai prestar!


Odeio quando alguém tenta me obrigar a fazer alguma coisa.

Obrigar não no sentido de me pegar pelo braço e me forçar a fazer algo, tampouco me chantagear ou ameaçar de alguma forma a fim de atingir o seu objetivo. Refiro-me àquela “obrigação” que algumas pessoas simplesmente acham que os outros têm de fazer o que elas querem e ponto final. Àquele tom de autoridade que alguém usa quando vem pedir alguma coisa e deixa subentendido que uma resposta negativa seria interpretada como um desaforo ou que eu simplesmente não tenho o direito de me negar a fazer o que me está sendo solicitado.

Odeio que tentem me manipular. Pior ainda quando os argumentos para me convencer sejam apelos sentimentalóides como o da obrigação moral.

Odeio quando alguém tenta me provar que pelo fato de eu ter algo que outra pessoa não tem, isto gera em mim a obrigação de dividir com ela o que eu conquistei com o MEU ESFORÇO.

Não sou uma pessoa mesquinha, egoísta ou indiferente aos outros. Mas não admito que NINGUÉM venha me dizer o que fazer. Não tenho obrigação de NADA. Minha única obrigação é com meus pais, meus filhos e meu marido. De resto, faço porque quero, porque não me custa, porque me alegra levar felicidade a quem EU TENHO VONTADE de ajudar. Mas isto não é e nem nunca foi minha obrigação.

Não é porque em algum momento ajudei alguém que tenho que sair por aí ajudando o mundo inteiro. E ninguém pode me diminuir por isso. Tenho meus próprios critérios de julgamento e não admito que eles sejam questionados. Se alguém me achar ruim por isto, que faça melhor que eu.

Aliás, quem realmente quer ajudar o próximo, sugiro que o faça PESSOALMENTE ao invés de ficar “angariando voluntários”.

Quem manda, melhor faz!

Nenhum comentário:

Postar um comentário