terça-feira, 2 de abril de 2013

Seja bem-vindo!


Nunca vou entender os infelizes (ao menos aqueles que se declaram abertamente infelizes) que não procuram a solução de seus conflitos.
Não, não estou julgando. Quem sou eu para isso?
É apenas uma constatação.
Sei que é difícil livrar-se dos vícios, dos traumas, dos padrões de comportamentos que nos acompanham durante praticamente toda uma vida. E enquanto isto não incomoda ou não é percebido conscientemente até entendo que não haja esforço para livrar-se de tudo aquilo que nos aprisiona ao sofrimento. Mas e depois que “cai a ficha”?
Que motivação tão grande é esta que algumas pessoas têm de se auto-boicotarem, afastando-se de tudo aquilo que as faça sentirem-se bem, felizes, em paz... ?
Que falta de força é esta que alegam alguns para manterem-se reféns daquilo que os deprime, os humilha, os diminui perante eles mesmos?
Que falta de gratidão com a vida, desperdiçá-la assim, descaradamente, jogando a toalha antes mesmo do fim do primeiro assalto?
O que significa termos conhecimento da própria tragédia e não termos vontade de estancar o sangramento, cicatrizar a ferida e deixar que a chaga, hoje em carne viva, possa tornar-se apenas uma marca que nos ensinou a sermos melhores, mais fortes, menos vulneráveis?
Que ausência de coragem é esta que justifica a passagem de uma vida inteira sem o grande “dia da virada”?
De que adianta o sol nascer todos os dias se permanecemos trancafiados em um quarto escuro com medo da luz?
Querer sempre foi poder. Sempre será poder.
E o PODER está dentro de cada um de nós.
Dificuldades em encontrá-lo?
Olhe para dentro. Olhe ao redor. Olhe para quem está ao seu lado. Olhe para tudo o que precisa ser feito. Olhe para a frente, demita o medo do cargo da chefia e eleja a auto-confiança, a fé, o otimismo, a perseverança, o otimismo e a gratidão à vida como seus guias.
Abandone-se se necessário for.
Recomece do zero.
Faça tudo de novo. Mas faça!
A vida é o hoje. Ele é, de fato, a única coisa que nos pertence e sobre a qual temos o total domínio.

Um comentário:

  1. A maior e mais difícil mudança é a que está em nós mesmos. Primeiro, é difícil detectar o que nos incomoda, segundo é cômodo pensar que os outros é que têm que nos entender, terceiro se realmente quero mudar, como fazer? Sempre nortiei minha vida dando à ela uma meta e depois escolher o caminho para chegar lá. Não foram poucas as vezes que tive que mudar de rumo,qdo. entendia que para atingir meu objetivo era preciso fazer uma auto reflexão e assim acontecia. Felizmente é o que faço até hoje. Dá certo. Bjs.

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