Quem não luta pela liberdade não merece ser livre.
Não me refiro à liberdade de ir e vir.
Refiro-me à liberdade de pensamento. Aquela que só conquistamos
quando deixamos de usufruir da massa encefálica de outros para exercitarmos a
nossa.
Isto requer o abandono de velhos paradigmas, questionamento
de raízes profundas, derrubada de preconceitos, busca de novas respostas, o lançamento
de luzes novas em velhos palcos. E não existe fórmula mágica. Pesquisa, reflexão,
dedicação e alguns rompimentos são imprescindíveis.
Dá mesmo trabalho ser livre.
Não há conforto na liberdade.
Há lágrimas, descobertas, constatações, sorrisos, alegrias,
tristezas, decepções, surpresas...
É o “impagável” preço da consciência.
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